Complexo Hospitalar Pedalé soma 10.922 doentes no 1.º ano e aponta neurorradiologia, radioterapia e transplantes

Imagem: O País
Resumo: O Complexo Hospitalar General Pedro Maria Tonha “Pedalé”, em Luanda, assinalou o primeiro ano de actividade com números elevados de atendimento e novos projectos clínicos e de formação, incluindo a neurorradiologia de intervenção e a aposta na capacitação de especialistas angolanos.
Pontos-chave
No primeiro ano de funcionamento, o Complexo Hospitalar Pedalé atendeu 10.922 doentes, realizou 11.879 consultas, 1.002 cirurgias, 1.471 internamentos e 58.256 exames laboratoriais, segundo os dados apresentados nas celebrações do aniversário da instituição.
[1] ANGOP[2] GiraNotíciasA direcção do hospital e o Ministério da Saúde destacaram a capacidade tecnológica da unidade, com ressonância magnética de 3 teslas, tomógrafo de 128 cortes, sala híbrida e resposta diferenciada para casos complexos, incluindo a Via Verde do AVC e cirurgias de alta precisão.
[1] ANGOP[3] Jornal de Angola
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Entre os projectos em desenvolvimento, as fontes apontam a implementação da neurorradiologia de intervenção, vista como passo para tratar em Angola patologias neurovasculares complexas e reduzir evacuações médicas para o exterior. O hospital refere ainda a formação de 157 internos de especialidade como uma das suas apostas centrais.
[1] ANGOP[4] O País[3] Jornal de AngolaAs autoridades hospitalares afirmam que a capacidade instalada já permitiu poupanças superiores a 3,4 milhões de dólares em evacuações médicas não realizadas, e indicam que estão a ser criadas condições para radioterapia, transplantes e cirurgias da paratiroide, além do reforço da medicina nuclear.
[1] ANGOP[3] Jornal de Angola



