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Resumo: Governo angolano aprovou nove contratos para fornecimento de químicos destinados ao tratamento de água em várias zonas de Luanda e províncias, envolvendo empresas selecionadas em concurso público.
O Executivo aprovou a celebração de nove contratos para aquisição de produtos químicos destinados ao tratamento de água para consumo humano, abrangendo diversas áreas metropolitanas e provinciais. Em concurso público foram selecionadas empresas responsáveis pelo fornecimento de sulfato de alumínio, hipoclorito e outros insumos, visando reforçar a qualidade do abastecimento e a segurança sanitária das populações atendidas pelo sistema público.
Os lotes contemplam áreas como Luanda/Candelabro, Calumbo, Kifangondo, Luanda-Sudeste e Luanda-Sul, bem como sectores periféricos como Kikuxi I e II, Bom Jesus, Kilamba, Cabiri, Muxima, Caquengue e Caxicane. A distribuição pretende cobrir tanto as Entidades Provinciais de Água e Saneamento quanto sistemas locais, com metas de regularidade no abastecimento dos agentes químicos contratados pelo Estado.
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Entre as empresas escolhidas pelo processo constam VAMNARD, PG MÁXIMO, SINOHYDRO e KBUSINESS, que receberam autorizações contratuais para fornecer diferentes tipos de reagentes. A VAMNARD, por exemplo, foi contratada para sulfato de alumínio e vários adjuvantes e reagentes, enquanto outras empresas terão responsabilidades específicas por lotes regionais e por formatos distintos de hipoclorito, incluindo comprimidos para certas unidades.
Os custos globais dos contratos ultrapassam os 23,1 mil milhões de kwanzas, equivalentes a aproximadamente 25,1 milhões de dólares, conforme despacho presidencial que formalizou os resultados do concurso público. O ministro da Energia e Águas recebeu competência para celebrar os contratos e tem a faculdade de subdelegar, garantindo procedimentos administrativos e operacionais para a execução dos fornecimentos contratados.
Analistas e responsáveis técnicos defendem que a contratação surge como resposta à necessidade de assegurar tratamentos químicos uniformes e contínuos nas unidades abastecedoras, reduzindo riscos sanitários e perdas. A implementação dependerá da logística de entrega, fiscalização da utilização dos produtos e cumprimento dos prazos contratuais, com impato direto na qualidade da água disponibilizada à população.
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