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Resumo: Em 7 de maio, 133 cardeais reuniram-se no Vaticano: missa inaugural, primeira votação à tarde e expectativa global pelo sucessor de Francisco.
Na manhã de 7 de maio de 2025, o cardeal decano Giovanni Battista Re celebrou a missa Pro Eligendo Romano na Basílica de São Pedro. Concluído o rito, os 133 cardeais eleitores recolheram-se à Casa Santa Marta para iniciar, em estrito isolamento, o processo que escolherá o 267.º sucessor de São Pedro.
Às 16h30, em procissão, os purpurados entraram na Capela Sistina, juraram segredo perpétuo e ouviram o comando “Extra omnes!”. Para ser eleito é preciso obter dois terços — 89 votos. A ordem de chamada respeita a precedência hierárquica; o secretário de Estado Pietro Parolin é o primeiro a depositar o boletim.
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A quarta-feira terá apenas um escrutínio. A partir de quinta-feira poderão ocorrer quatro votações diárias. Depois de cada série, as cédulas são queimadas: fumo negro indica impasse; fumo branco e o repicar dos sinos anunciam que há Papa. Há séculos nenhum pontífice é escolhido no primeiro escrutínio.
Fora e dentro da Capela debatem-se visões progressistas e conservadoras. Analistas destacam Parolin, Fernando Filoni e o filipino Luis Tagle como papabili; cresce ainda a hipótese de um Papa africano ou asiático, regiões onde o catolicismo mais se expande. A maioria dos eleitores foi criada por Francisco, sinal de provável continuidade reformista.
O conclave mobiliza mais de e desencadeia ondas de desinformação: rumores de eleições antecipadas e imagens geradas por IA de cardeais “já papas”. A EuroVerify identificou falsidades que visavam desacreditar candidatos. A Santa Sé reforçou os canais oficiais para conter especulações e garantir transparência do processo.
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