Daniel Chapo diz que saída do BPI do BCI pode abrir espaço para accionistas moçambicanos no bloco de 36%

Imagem: Forbes África Lusófona
Resumo: O Presidente moçambicano defendeu, em Maputo, que a alienação da participação do BPI no Banco Comercial e de Investimentos deve ser aproveitada para reforçar a presença de investidores nacionais na banca e no mercado de capitais.
Pontos-chave
Daniel Chapo afirmou que a intenção de saída do banco português BPI do capital do Banco Comercial e de Investimentos deve criar oportunidade para alargar a participação de investidores moçambicanos, incluindo cidadãos, empresas e investidores institucionais, na fatia de 36% hoje detida pelo grupo no BCI.
[2] Forbes África LusófonaA Forbes África Lusófona acrescenta que o Chefe do Estado quer ver essa participação adquirida por investidores nacionais e enquadra a posição na agenda de democratização do mercado de capitais e de maior participação dos moçambicanos na propriedade dos activos produtivos.
[2] Forbes África Lusófona
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O Correio Kianda relata que o BPI, controlado pelo CaixaBank, está a preparar a saída definitiva de África e a alienação da sua quase 36% no BCI, depois de já ter saído de Angola, enquanto a presidência moçambicana defende que a operação pode abrir espaço para accionistas nacionais.
[1] Correio Kianda[2] Forbes África LusófonaSegundo o mesmo relato, Chapo pediu ainda mais participação de bancos, seguradoras e fundos de pensões na mobilização da poupança nacional, mas não há indicação de que a venda tenha sido concluída; trata-se, por agora, de uma intenção de alienação e de uma orientação política sobre o destino da participação.
[2] Forbes África Lusófona[1] Correio Kianda



