Daniel Chapo exige que investimentos de 4,2 mil milhões de dólares em Moçambique se traduzam em projectos concretos

Imagem: Forbes África Lusófona
Resumo: O Presidente moçambicano pediu, em Nacala, que os compromissos de investimento anunciados no país avancem para obras e empregos reais, enquanto o Governo também detalha a aplicação das receitas do gás em infra-estruturas, educação e saúde.
Pontos-chave
Em Nacala, Daniel Chapo pediu que os compromissos de investimento avaliados em cerca de 4,2 mil milhões de dólares deixem de ser apenas anúncios e passem a projectos concretos, com impacto em emprego, industrialização, exportações e condições de vida. O Presidente defendeu ainda a transformação local dos minerais e recursos energéticos, destacando reformas como as leis de Minas, Petróleos e Conteúdo Local e a criação da Empresa Nacional de Minas.
[2] Forbes África LusófonaO chefe de Estado disse que os investimentos devem gerar benefícios para as comunidades, com escolas, unidades sanitárias e outras infra-estruturas, e insistiu em mecanismos de acompanhamento, prazos e responsabilidades para os 11 memorandos assinados na conferência. Anunciou também a aposta em parques industriais na Zona Económica Especial de Nacala e na infraestruturação das zonas francas industriais de Locone e Minhuene.
[2] Forbes África Lusófona
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Separadamente, um documento do PESOE 2027 citado pelo Jornal de Angola indica que Moçambique prevê aplicar receitas do gás natural liquefeito em estradas, escolas, saúde e transportes, incluindo a reabilitação da EN1, a construção da futura Cidade Parlamentar na Zambézia e o apetrechamento de hospitais distritais. O texto refere que as receitas do GNL serão divididas entre o Orçamento do Estado e o Fundo Soberano, segundo a lei n.º 1/2024.
[1] Jornal de Angola



