Em 29 de Outubro, Sebastião Gunza e ISC da CPLP defendem em Luanda controlo público mais abrangente, com foco na transformação digital e transparência

Imagem: Forbes África Lusófona
Resumo: Em Luanda, no IX Seminário da OISC/CPLP e no III Encontro dos Jovens Auditores, o Tribunal de Contas de Angola e as instituições superiores de controlo da CPLP defenderam um modelo de fiscalização que vá além da legalidade formal e avalie também resultados, eficiência e impacto das políticas públicas.
Pontos-chave
Sebastião Gunza defendeu, em Luanda, que a fiscalização das finanças públicas deve ir além da verificação da legalidade formal e avaliar resultados práticos, eficiência na utilização dos recursos e impactos socioeconómicos das políticas públicas.
[1] Jornal de Angola[4] Forbes África LusófonaO presidente do Tribunal de Contas apresentou essa posição na abertura do IX Seminário da OISC/CPLP e do III Encontro dos Jovens Auditores, enquanto a Declaração de Luanda reafirmou o compromisso das ISC da CPLP com o reforço do controlo externo, a legalidade financeira e uma administração pública transparente, íntegra e responsável.
[1] Jornal de Angola[2] Jornal de Angola



