Em 31 de Outubro, Rui Miguêns defende mais crédito da banca e maior recurso ao mercado de capitais no Fin Summit 2026, em Luanda

Imagem: Economia & Finanças
Resumo: Na abertura do Fin Summit 2026, em Luanda, o ministro da Indústria e Comércio defendeu que Angola precisa de diversificar as fontes de financiamento da economia e aumentar o crédito ao sector produtivo, que estimou entre 7% e 10% do PIB.
Pontos-chave
Na abertura do Fin Summit 2026, em Luanda, o ministro da Indústria e Comércio, Rui Miguêns de Oliveira, defendeu que Angola precisa de diversificar as fontes de financiamento da economia e reforçar o crédito às empresas e aos sectores produtivos.
[2] Jornal de Angola[1] Economia & FinançasSegundo o governante, o crédito bancário ao sector privado representa entre 7% e 10% do PIB angolano, abaixo da média de 20% a 25% registada na África Subsariana, o que, no seu entender, limita o acesso das micro, pequenas e médias empresas ao financiamento.
[2] Jornal de Angola[1] Economia & Finanças



