
Imagem: Correio Kianda
Resumo: A crise entre Eritreia e Etiópia agravou-se com a expulsão de diplomatas, o encerramento da missão etíope em Asmara e o anúncio eritreu de ruptura total das relações, enquanto a União Africana pede contenção e diálogo.
A Eritreia anunciou o corte total das relações diplomáticas com a Etiópia, depois de Adis Abeba ter decidido fechar a sua embaixada em Asmara e expulsar 10 diplomatas eritreus, incluindo o encarregado de negócios, dando-lhes 48 horas para sair do país. O governo etíope justificou a medida com alegadas actividades que considerou uma ameaça à segurança nacional.
[3] Correio Kianda[2] ANGOPSegundo a imprensa citada pelas fontes, a Eritreia respondeu afirmando que não tinha outra opção senão romper os laços diplomáticos, enquanto acusou a Etiópia de inverter a situação e de manter uma agenda de hostilidade contra Asmara. A escalada surge num contexto de tensões regionais mais amplas e de novos combates no norte da Etiópia, com acusações de apoio eritreu a grupos armados que a Eritreia rejeita.
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Perante o agravamento da crise, a Comissão da União Africana pediu máxima moderação, apelou à manutenção dos canais de comunicação e defendeu a resolução das divergências por via diplomática e diálogo pacífico. A organização disse ainda estar disponível para apoiar esforços de distensão, em consulta com os países envolvidos.
[2] ANGOP[1] ANGOPAinda não há comentários.