Estevão Zinga pede mais responsabilização dos gestores na adopção da Inteligência Artificial em Angola, no CyberSecur Summit 2026

Imagem: Forbes África Lusófona
Resumo: O especialista em transformação digital defendeu, em Luanda, que a IA deve ser governada com mais estratégia, supervisão humana e políticas claras para evitar riscos de segurança e decisões sem პასუხისმგabilidade definida.
Pontos-chave
Estevão Zinga, especialista em Inteligência Artificial, Estratégia e Transformação Digital, defendeu no Painel 6 do CyberSecur Summit 2026 que a adopção da IA em Angola exige estratégias claras, maior responsabilização dos Conselhos de Administração e articulação entre os sectores público e privado para ser segura e sustentável.
[1] Forbes África Lusófona[2] Folha 8O responsável sublinhou que usar ferramentas de IA não significa, por si só, uma adopção estratégica: segundo disse, são necessários processos estruturados, liderança, competências, regras de governação e indicadores para transformar projectos-piloto em soluções que criem valor sustentável.
[1] Forbes África Lusófona[2] Folha 8
As 10 principais notícias de Angola, no seu e-mail.
Receba uma seleção clara todas as manhãs, às 07h.
Selecionadas entre 22 fontes.
Um e-mail por dia. Cancele quando quiser.
Zinga alertou ainda para riscos como o Shadow AI, isto é, o uso de ferramentas de IA sem autorização ou controlo institucional, com potencial para expor dados pessoais, documentos confidenciais e informação estratégica, e defendeu políticas corporativas, formação dos colaboradores e mecanismos de supervisão.
[1] Forbes África Lusófona[2] Folha 8No plano nacional, o especialista apelou a uma governação mais coordenada entre Estado, empresas, academia e reguladores, e sugeriu que a IA passe a integrar a agenda estratégica dos Conselhos de Administração, com definição de estratégias, indicadores de desempenho e acompanhamento do retorno dos investimentos.
[1] Forbes África Lusófona[2] Folha 8



