Estudo da UAN sobre barragens do Namibe conclui que Maungo, Lucira, Tchitunda e Embala ainda podem ser reabilitadas

Imagem: Jornal de Angola
Resumo: Uma equipa da Universidade Agostinho Neto avaliou quatro barragens de retenção no Namibe e concluiu que continuam a existir condições estruturais e do solo para obras de reabilitação e reaproveitamento, num contexto em que o Estado mantém vários investimentos em infra-estruturas e reabilitação no país.
Pontos-chave
As barragens de retenção do Maungo, Lucira, Tchitunda e Embala, no Namibe, construídas entre as décadas de 1960 e 1970, ainda apresentam condições estruturais e de solo favoráveis para obras de reabilitação e reaproveitamento, segundo um estudo científico realizado pela Universidade Agostinho Neto, pelo INAMET e pela SEGEO LDA.
[1] Jornal de AngolaO trabalho, desenvolvido ao longo de cinco meses, incidiu sobre uma das regiões mais afectadas pela seca em Angola e indica que, apesar da degradação acumulada ao longo do tempo, o solo circundante e as fundações continuam estáveis, o que pode orientar futuras intervenções técnicas e evitar obras desnecessárias.
[1] Jornal de Angola
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O vice-reitor para os Assuntos Científicos e Pós-Graduação da UAN, João Baptista, disse que o mapeamento das zonas de fragilidade fornece dados cruciais para planear a reabilitação e optimizar recursos, num momento em que o Presidente João Lourenço voltou a destacar, no discurso sobre o Estado da Nação, vários projectos em curso de reabilitação e investimento em infra-estruturas no país.
[1] Jornal de Angola[2] Jornal de AngolaSegundo a investigação, a recuperação destas estruturas poderá aumentar a disponibilidade de água e reforçar a resposta das comunidades locais aos efeitos da escassez hídrica no Namibe.
[1] Jornal de Angola



