EUA desmentem retirada de tropas da Europa enquanto África do Sul volta a convocar embaixador norte-americano

Imagem: GiraNotícias
Resumo: Washington negou planos para retirar milhares de soldados da Europa, num momento em que a África do Sul voltou a chamar o embaixador dos EUA para uma démarche diplomática.
Pontos-chave
O embaixador dos EUA na OTAN, Matthew Whitaker, disse em Bruxelas que são falsas as notícias sobre uma retirada de 25 mil a 40 mil militares americanos da Europa e afirmou que o plano ainda não foi finalizado pelo Pentágono. A reavaliação da presença militar dos EUA no continente continua, mas Washington garante que mantém o compromisso com a Europa.
[1] ANGOPNo mesmo contexto de tensão diplomática, a África do Sul convocou pela terceira vez em nove meses o embaixador dos EUA, Leo Brent Bozell III, e entregou uma nota formal de protesto. As autoridades sul-africanas não detalharam o motivo específico da mais recente convocação, mas referem divergências com Washington sobre declarações públicas, vistos e acusações de perseguição a sul-africanos brancos.
[2] GiraNotícias[3] Jornal de Angola
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Os dois casos mostram fricções distintas na agenda externa dos Estados Unidos: na OTAN, a discussão passa pela dimensão da presença militar americana na Europa; na África do Sul, o foco está no protesto diplomático e nas queixas mútuas entre Pretória e Washington. Em ambos, as fontes indicam que não houve decisão final anunciada sobre a retirada de tropas, nem explicação pública completa para a nova démarche sul-africana.
[1] ANGOP[2] GiraNotícias[3] Jornal de Angola



