Exploração ilegal na Huíla faz quatro mortos por suspeita de inalação de monóxido de carbono

Imagem: Correio Kianda
Resumo: Quatro pessoas morreram numa mina ilegal na comuna de Cassinga, Jamba Mineira, após a utilização de uma motobomba num espaço profundo e pouco ventilado. As reportagens consultadas divergem sobre o mineral explorado, mas convergem na causa presumível das mortes e nas operações de resgate feitas pelos bombeiros.
Pontos-chave
Quatro pessoas morreram, segundo as autoridades citadas, após inalação de monóxido de carbono num espaço de exploração ilegal na aldeia de Chinuangombe/Tchinguangombe, comuna de Cassinga, município da Jamba Mineira, província da Huíla. As vítimas estavam numa mina com cerca de 40 metros de profundidade e a motobomba usada para retirar água terá libertado o gás tóxico.
[1] Jornal de Angola[2] Correio KiandaO Jornal de Angola descreve o local como uma mina ilegal de mercúrio, enquanto o Correio Kianda fala em exploração ilegal de ouro; ambas as peças atribuem a causa presumível ao monóxido de carbono produzido pelo equipamento. Há ainda divergência ligeira na identificação toponímica da aldeia, mas as duas fontes situam o incidente na Jamba Mineira, Huíla.
[1] Jornal de Angola[2] Correio Kianda
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As vítimas incluem três mulheres e um jovem de 18 anos, identificado pelo Correio Kianda como António Tchissingui, natural do Lubango. Os bombeiros retiraram três corpos no domingo e o quarto na segunda-feira, após uma operação de busca e resgate que durou cerca de quatro horas.
[1] Jornal de Angola[2] Correio KiandaAs autoridades voltaram a alertar para os riscos da exploração mineira ilegal, sobretudo quando são usados motores em poços profundos sem ventilação adequada, situação que pode provocar acumulação de gases letais e agravar o perigo para quem está no interior e nas proximidades.
[1] Jornal de Angola[2] Correio Kianda



