Falta de acessos no Nóqui trava mobilidade e investimento no turismo fluvial do rio Zaire

Imagem: Jornal de Angola
Resumo: Reportagem do Jornal de Angola mostra que a ausência de estradas e de infra-estruturas continua a isolar Lamba-Mambuzu, enquanto o município do Nóqui aponta o rio Zaire como base para o turismo fluvial, dependente de investimento e segurança.
Pontos-chave
A falta de vias terrestres adequadas continua a condicionar a mobilidade dos habitantes de Lamba-Mambuzu, no município do Nóqui, província do Zaire. Segundo relatos recolhidos pelo Jornal de Angola, a ligação por terra à sede municipal é inexistente e o transporte fluvial é caro, o que encarece deslocações e limita o acesso a serviços e rendimento.
[1] Jornal de Angola[4] Jornal de AngolaAo mesmo tempo, a viagem pela bacia do rio Zaire evidenciou o potencial turístico da região: paisagens ribeirinhas, formações rochosas e comunidades ao longo do percurso foram apontadas como activos para passeios fluviais. Mas esse aproveitamento, segundo a reportagem e a administração municipal, depende de infra-estruturas de apoio, segurança na navegação e serviços de acolhimento aos visitantes.
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O administrador municipal do Nóqui, Manuel José António, afirmou que o rio reúne condições para dinamizar o turismo fluvial e revelou interesse de investidores em projectos para a zona. Ainda assim, disse que a concretização desses planos está condicionada pela criação de acessos e de infra-estruturas, enquanto moradores como Maria Eva Seke defenderam que o sector pode gerar emprego e valorizar a região.
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