Falta de conservação e fábricas faz perder tomate no Cunene, Bengo e Zaire; país terá desperdiçado 1.700 toneladas em dois meses

Imagem: Valor Económico
Resumo: Agrónomos alertam que a ausência de refrigeração, de unidades de transformação e de melhores acessos está a agravar perdas na campanha do tomate, com impacto em várias províncias e queda acentuada dos preços no mercado.
Pontos-chave
O presidente da Associação dos Agrónomos, Yuri Chipoio, disse que a falta de unidades de refrigeração nas zonas de produção, a escassez de pequenas indústrias de transformação e as más vias de acesso estão na origem de um problema cíclico que ameaça a sustentabilidade dos negócios agrícolas, sobretudo no pico da colheita do tomate.
[1] Valor EconómicoO Valor Económico refere perdas no Cunene, no Bengo e no Zaire: mais de 400 toneladas de tomate a deteriorarem-se no Cunene, queda do preço no mercado do Kawango, em Caxito, e cerca de 100 toneladas a apodrecerem anualmente na Fazenda Maravilha, no Luvo, por falta de transporte e estrada em mau estado.
[1] Valor Económico
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Numa peça separada sobre o mesmo problema, o jornal afirmou que, entre Agosto e as primeiras semanas de Outubro, o país terá perdido 1.700 toneladas de tomate por falta de fábricas de processamento funcionais, faltando também compradores e capacidade de escoamento para absorver os excedentes agrícolas.
[2] Valor Económico



