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Imagem: Novo Jornal
Resumo: O FMI avisou que Angola precisa de manter a estabilidade macroeconómica com mais consolidação orçamental, prudência monetária e flexibilidade cambial, numa avaliação que também nota abrandamento das reformas e pressões sobre a diversificação económica.
O Fundo Monetário Internacional defendeu que Angola deve avançar com uma consolidação orçamental proactiva, uma política monetária prudente e flexibilidade cambial para preservar a estabilidade macroeconómica e os ganhos de produtividade, numa avaliação pós-financiamento feita após contactos em Luanda e virtualmente. As peças consultadas coincidem no essencial e citam ainda a mensagem do FMI de que o ambiente externo favorável ajudou a inflação a cair e a actividade não petrolífera a ganhar força, mas também abrandou o ritmo das reformas.
[1] Novo Jornal[2] Ver AngolaSegundo o FMI, esse alívio externo melhorou a posição externa, o acesso aos mercados e a actividade não petrolífera, mas reduziu o ímpeto do ajustamento macroeconómico e das reformas consideradas centrais para diminuir a dependência do petróleo e as vulnerabilidades do país. A avaliação sublinha ainda a necessidade de novas reformas estruturais para melhorar o ambiente de negócios, reforçar a governação, atrair investimento estrangeiro e sustentar o crescimento.
[2] Ver Angola[1] Novo JornalReceba uma seleção clara todas as manhãs, às 07h.
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Há uma pequena discrepância nas versões publicadas sobre a duração da missão técnica: uma refere conversações entre 24 de Agosto e 9 de Setembro, enquanto outra aponta 24 de Agosto a 6 de Setembro. Ambas atribuem a avaliação à equipa liderada por Mika Saito e referem que a próxima discussão da Avaliação Pós-Financiamento de Angola está prevista para Novembro de 2026.
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