Golpe na Guiné-Bissau: Presidente deposto e novos desenvolvimentos

Resumo: A Guiné-Bissau enfrenta uma crise política após o golpe de Estado que depôs o presidente Umaro Sissoco Embaló, com reações internacionais e novas nomeações governamentais.
Pontos-chave
Em 28 de novembro de 2025, a Guiné-Bissau vive um momento crítico após a destituição do presidente Umaro Sissoco Embaló. O golpe militar, ocorrido no dia 26, gerou condenações internacionais e apelos à restauração da ordem constitucional.
O governo angolano expressou seu repúdio ao golpe, pedindo respeito pelos direitos humanos e a integridade dos políticos detidos. A situação é tensa, com a comunidade internacional exigindo a libertação dos detidos e a reabertura do processo eleitoral.
O novo presidente de transição, general Horta Inta-A, anunciou a nomeação de Ilídio Vieira Té como primeiro-ministro, um homem de confiança do ex-presidente. A nomeação ocorre em meio a um clima de incerteza e pressão internacional.
A CEDEAO e outros organismos internacionais estão envolvidos nas negociações para restaurar a ordem, enquanto a população guineense aguarda ansiosamente por uma solução pacífica para a crise.
Os acadêmicos e analistas alertam para os riscos de prolongamento da instabilidade, comparando a situação da Guiné-Bissau com outros países da região que enfrentaram golpes de Estado e suas consequências.
Fontes
Domingos Simões Pereira continua detido na Guiné-Bissau, confirma PAIGC
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