Governador do Cuanza-Norte pede humanização, reforço dos cuidados primários e melhor distribuição de profissionais de Saúde

Imagem: ANGOP
Resumo: João Diogo Gaspar defendeu, em Ndalatando, mudanças no atendimento e na gestão dos serviços de Saúde, durante o 1.º Conselho Consultivo Alargado da província.
Pontos-chave
O governador do Cuanza-Norte, João Diogo Gaspar, pediu humanização no atendimento nas unidades sanitárias, afirmando que o doente precisa de tratamento e respeito, e rejeitou práticas como mau atendimento, atrasos, negligência e desperdício de medicamentos e equipamentos. No mesmo encontro, defendeu reforço dos cuidados primários de Saúde, da vacinação, do pré-natal, da educação sanitária, da saúde materna e infantil, do planeamento familiar e do combate à malária, malnutrição e doenças transmissíveis e crónicas.
[1] ANGOP[2] ANGOPAs duas reportagens da ANGOP convergem em que as declarações foram feitas na abertura do 1.º Conselho Consultivo Alargado da Saúde no Cuanza-Norte, em Ndalatando, um encontro de dois dias destinado a avaliar a situação sanitária da província, os principais indicadores, desafios e estratégias para melhorar a qualidade dos serviços. João Diogo Gaspar também apelou a maior presença no terreno, com visitas sem aviso prévio às unidades, verificação de farmácias, escalas, ambulâncias e condições de higiene, além de melhor distribuição dos profissionais fora dos centros urbanos.
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O governador reconheceu o trabalho dos profissionais de Saúde, mas insistiu que a resposta do sector deve ser mais próxima das populações e orientada para resultados. As peças citam ainda dados do último Censo Geral, segundo os quais a província tem 659 habitantes, 144 unidades e 3 mil 768 técnicos de Saúde, dos quais 250 médicos.
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