Guiné-Bissau trava investimento privado chinês por instabilidade política; MINSA quer formar mais de 1.000 profissionais de apoio hospitalar até ao fim do ano

Imagem: O País
Resumo: Dois relatórios/notícias de 10 de Setembro destacam, na Guiné-Bissau, os obstáculos políticos ao investimento chinês e, em Angola, o plano do MINSA para acelerar a formação de profissionais de saúde ainda este ano.
Pontos-chave
Em Bissau, um relatório apresentado esta quarta-feira concluiu que a instabilidade política, a falta de previsibilidade legal e fragilidades no ambiente de negócios estão a travar a atracção de investimento privado chinês na Guiné-Bissau. O estudo refere que 45% das empresas inquiridas rejeitaram investir em países africanos, com maior incidência na Guiné-Bissau, enquanto 19% mostraram interesse em sectores como infra-estruturas e construção; os autores recomendam reformas para estabilizar o quadro político e melhorar o clima de negócios.
[1] Forbes África LusófonaEm Angola, o Ministério da Saúde pretende capacitar mais de 1.000 profissionais do regime geral e de apoio hospitalar até ao fim deste ano, no quadro de um projecto financiado pelo Banco Mundial. Segundo o plano apresentado pelo Instituto de Especialização em Saúde e pela unidade técnica do projecto, já há 21.804 profissionais abrangidos e estão previstas novas vagas e cursos de curta duração para responder às 4.000 necessidades formativas identificadas no sistema nacional de saúde.
[2] O País
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