Greve na EPAS ameaça abastecimento de água a mais de 82 mil pessoas no Luena a partir de segunda-feira

Imagem: ANGOP
Resumo: Trabalhadores da EPAS/Moxico anunciaram paralisação por salários e subsídios em atraso, enquanto a administração pede diálogo para evitar o corte no abastecimento.
Pontos-chave
Trabalhadores da Empresa Provincial de Água e Saneamento (EPAS) do Moxico anunciaram uma greve a partir de segunda-feira, reclamando o pagamento de 16 meses de salários e dos subsídios de Natal e de férias em atraso desde 2023. Segundo o colectivo, a dívida salarial ronda os 146 milhões de kwanzas e a paralisação pode afectar o abastecimento de água a mais de 82 mil pessoas no Luena.
[1] ANGOPO presidente do conselho de administração da EPAS/Moxico, Eurico Jorge, pediu diálogo e consenso para evitar a paralisação, admitindo salários em atraso e atribuindo as dificuldades à fraca arrecadação de receitas. A administração diz já ter reunido com trabalhadores, mas contesta a legitimidade da assembleia referida pelo colectivo e afirma que não existe um núcleo sindical constituído na instituição.
[2] ANGOP
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