Grupo Naval quer contratos de médio e longo prazo para comprar trigo, milho, arroz, soja e óleo bruto de palma na Agritech Show Luanda 2026

Imagem: Líder
Resumo: O Grupo Naval usou a Agritech Show Luanda 2026 para se apresentar como comprador estratégico da produção agrícola nacional e sinalizar contratos de fornecimento com produtores angolanos.
Pontos-chave
O Grupo Naval afirmou, na primeira edição da Agritech Show Luanda 2026, que está disponível para celebrar contratos de fornecimento de médio e longo prazo com produtores angolanos de trigo, milho, arroz, soja e óleo bruto de palma, para abastecer as suas unidades industriais. A empresa posicionou-se no certame como off-taker — comprador de referência — e não como produtor agrícola.
[1] Líder[2] O PaísSegundo as duas notícias, o grupo quer garantir escoamento e transformação da produção nacional, com contratos dirigidos a produtores comerciais, cooperativas e agricultores familiares. A administração defende que isso pode dar maior previsibilidade à procura e ajudar no planeamento da produção, enquanto o objetivo declarado é reduzir importações e acrescentar valor em Angola.
[1] Líder[2] O País
As 10 principais notícias de Angola, no seu e-mail.
Receba uma seleção clara todas as manhãs, às 07h.
Selecionadas entre 22 fontes.
Um e-mail por dia. Cancele quando quiser.
O evento decorreu de 1 a 4 de Outubro, na Fazenda da Quiminha, no município do Cabiri, província do Icolo e Bengo, e terá reunido mais de 60 expositores e cerca de 5 mil profissionais do sector, segundo os números divulgados. As reportagens não indicam volumes de compra, preços de referência nem contratos já assinados.
[1] Líder[2] O País



