Guilhermina Prata defende, em 4 de Novembro, que o Corredor do Lobito deve gerar riqueza, emprego e valor acrescentado para Angola

Imagem: Correio Kianda
Resumo: Em Paris, na HEC Paris, a embaixadora Guilhermina Prata afirmou, a 4 de Novembro, que o Corredor do Lobito deve traduzir-se em benefícios concretos para Angola, com foco na produção nacional, emprego e integração regional.
Pontos-chave
A embaixadora de Angola em França, Guilhermina Prata, defendeu a 4 de Novembro, em Paris, que o Corredor do Lobito deve ser medido não apenas pelo volume de mercadorias transportadas, mas pelo valor acrescentado e pelos benefícios que deixar no país, incluindo criação de riqueza nacional e novas oportunidades para os angolanos.
[2] Correio Kianda[1] GiraNotíciasAs duas publicações indicam que a diplomata apontou como prioridades o apoio aos agricultores e ao escoamento da produção nacional, o estímulo à indústria transformadora e às pequenas e médias empresas, além da criação de emprego para a juventude e do investimento no capital humano.
[2] Correio Kianda[1] GiraNotícias



