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Resumo: A Comissão Nacional de Eleições da Guiné-Bissau enfrenta sérias dificuldades após o golpe de Estado, impossibilitando a divulgação dos resultados eleitorais.
Em 2 de dezembro de 2025, a Comissão Nacional de Eleições (CNE) da Guiné-Bissau anunciou que não possui condições para divulgar os resultados das eleições. A situação é resultado de um golpe de Estado que ocorreu em 26 de novembro.
O porta-voz da CNE, juiz Idriça Djalo, afirmou que as instalações da CNE foram vandalizadas, resultando na destruição de equipamentos e na falta de actas eleitorais. Essa situação gera um clima de incerteza política no país.
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As eleições, que ocorreram sem incidentes, foram interrompidas pela intervenção militar, que destituiu o presidente e suspendeu o processo eleitoral. A CNE não consegue validar ou publicar os resultados devido a limitações severas.
Organizações internacionais têm apelado pela restauração da ordem constitucional e pela transparência no processo eleitoral. A falta de actas impossibilita a CNE de concluir o apuramento da votação.
A comunidade internacional observa com preocupação a situação na Guiné-Bissau, onde a instabilidade política continua a crescer, afetando a confiança dos cidadãos e dos atores políticos.
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