Homens com cancro da mama enfrentam diagnóstico raro e estigma em Cabinda e Benguela

Imagem: O País
Resumo: Dois relatos publicados pelo *O País* mostram como o cancro da mama em homens, embora raro, pode ser diagnosticado tardiamente e agravado pelo preconceito e pela vergonha de procurar ajuda.
Pontos-chave
Dois casos relatados pelo O País expõem que o cancro da mama também afecta homens, apesar de ser raro: o jornal refere que cerca de 99% dos casos ocorrem em mulheres e 1% em homens.
[1] O País[2] O PaísNum dos casos, Fidel Muanda Londe, de 63 anos e residente em Cabinda, diz viver com a doença desde 2008 e ter sido submetido a duas cirurgias antes de receber o diagnóstico de cancro na mama esquerda, o que o levou a uma terceira ida ao bloco operatório.
[1] O País
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No outro relato, Conceição Lourenço, professor vindo de Benguela, contou ter sentido discriminação e bullying ao procurar cuidados no Centro Nacional de Oncologia, o que reforça o impacto do estigma na procura precoce de tratamento.
[2] O País



