Horta Inta-A diz que abertura política fragilizou unidade nacional na Guiné-Bissau durante celebrações dos 53 anos da independência

Imagem: Forbes África Lusófona
Resumo: No 53.º aniversário da independência, o Presidente de transição da Guiné-Bissau, Horta Inta-A, apelou à paz, unidade nacional e estabilidade, mas também afirmou que a abertura política enfraqueceu a coesão entre os guineenses.
Pontos-chave
Nas comemorações dos 53 anos da independência, Horta Inta-A defendeu que a paz, a unidade nacional e a estabilidade devem ser prioridades para a Guiné-Bissau, enquadrando a sua mensagem num apelo à convivência e ao diálogo entre os guineenses.
[2] Forbes África Lusófona[1] Correio KiandaO Presidente de transição foi mais longe ao afirmar que, “desde a abertura política”, a unidade nacional tem sido enfraquecida no país, numa referência às divisões políticas acumuladas ao longo das últimas décadas.
[1] Correio Kianda
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As duas leituras publicadas convergem no essencial sobre a mensagem presidencial: homenagem aos combatentes da libertação e apelo à paz. A Forbes África Lusófona acrescenta que Horta Inta-A também ligou essa mensagem aos desafios políticos e ao futuro do país, enquanto o Correio Kianda destaca a crítica à abertura política e a ideia de que o Governo de Transição tem apresentado resultados positivos, segundo o próprio chefe de Estado.
[2] Forbes África Lusófona[1] Correio Kianda



