
Imagem: ANGOP
Resumo: O Governo da Huíla está a dar mais atenção à conservação do património arquitectónico, enquanto decorre o levantamento dos imóveis de interesse patrimonial no Lubango e noutras localidades da província.
O director do Gabinete Provincial da Cultura e Turismo da Huíla, Tiago Pinto, disse no Lubango que a província vai reforçar a conservação do património arquitectónico local, para preservar a memória da evolução urbana, cultural e social. Segundo a entrevista à ANGOP, está em curso um levantamento e identificação dos imóveis de interesse patrimonial, mas ainda não há números finais sobre bens desaparecidos porque o processo não foi concluído.
[1] ANGOP[2] ANGOPTiago Pinto defendeu que a conservação deve acompanhar o crescimento urbano do Lubango, para evitar a descaracterização de edifícios históricos, e apontou a existência de instrumentos legais para proteger, classificar, conservar e valorizar bens culturais. Entre os exemplos citados estão o antigo Colégio Paula Frassinetti, o Cinema Arco-Íris e o Grande Hotel da Huíla, além de construções associadas a Frederico Ludovice.
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A província tem mais de 200 bens patrimoniais inventariados, dos quais 22 foram elevados à categoria de património cultural, número que o texto distingue do património arquitectónico em sentido estrito. O responsável sublinhou ainda que a valorização destes imóveis pode reforçar a oferta turística e não deve ficar limitada ao Lubango, já que municípios como Cuvango, Quilengues, Caconda, Matala, Capelongo e Humpata também têm referências históricas.
[1] ANGOP[2] ANGOPAinda não há comentários.