Incêndio no Mercado do Kicolo deixa mais de 700 comerciantes sem seguro e com perdas ainda por quantificar em Luanda

Imagem: Correio Kianda
Resumo: Dois relatos sobre os mercados informais de Luanda apontam a falta de seguro e os custos elevados como entraves à recuperação dos comerciantes, após o incêndio no Mercado do Kicolo.
Pontos-chave
No Mercado do Kicolo, em Cacuaco, o administrador Timóteo Malanga disse que a ausência de seguro está a dificultar a recuperação dos prejuízos do incêndio e que mais de 700 comerciantes foram afectados, além de cerca de 21 máquinas de serração e equipamentos da gestão do mercado.
[1] Correio KiandaO mesmo responsável afirmou que o levantamento das perdas ainda decorre, mas admite que os danos são elevados e podem ascender a milhões de kwanzas; os comerciantes pedem intervenção do Estado para voltarem a vender.
[1] Correio Kianda
As 10 principais notícias de Angola, no seu e-mail.
Receba uma seleção clara todas as manhãs, às 07h.
Selecionadas entre 22 fontes.
Um e-mail por dia. Cancele quando quiser.
Numa análise mais ampla, O País refere que os incêndios nos mercados informais de Luanda têm deixado prejuízos avultados e que, segundo especialistas ouvidos pelo jornal, muitos operadores não aderem a seguros porque os encaram como custo e não como benefício, havendo também falta de conhecimento sobre estas soluções.
[2] O PaísO caso do Kicolo surge ainda num contexto de recorrência: o Correio Kianda diz que este foi o segundo incêndio de grandes proporções no mercado em menos de um ano e que as causas continuam a ser investigadas pelo Serviço de Protecção Civil e Bombeiros, sem ser descartada a hipótese de curto-circuito.
[1] Correio Kianda



