INEMA esclarece que eventual cobrança de taxas não vai abranger socorro de emergência aos cidadãos

Imagem: Correio Kianda
Resumo: O INEMA e especialistas esclarecem que a proposta em análise pelo Executivo não prevê cobrar o socorro de emergência pedido por pessoas em casa, na rua ou noutras situações críticas; a eventual taxa incidirá sobre serviços específicos e entidades com capacidade de pagar.
Pontos-chave
O INEMA esclareceu que a eventual cobrança de taxas por determinados serviços não deverá abranger os cidadãos que pedem assistência de emergência através do 111, mantendo-se gratuito o socorro em situações críticas.
[3] Correio Kianda[2] Correio KiandaSegundo o director-geral adjunto do instituto, a medida em análise deverá incidir sobre entidades públicas e privadas com capacidade de gerar receitas, como clínicas privadas, promotores de eventos e organizadores de conferências que solicitem ambulâncias para serviços preventivos ou não urgentes.
[3] Correio Kianda[2] Correio Kianda
As 10 principais notícias de Angola, no seu e-mail.
Receba uma seleção clara todas as manhãs, às 07h.
Selecionadas entre 22 fontes.
Um e-mail por dia. Cancele quando quiser.
A proposta foi apreciada na 8.ª Sessão Ordinária do Conselho de Ministros, em 29 de Setembro, e o Executivo diz que pretende reforçar o orçamento do INEMA, melhorar a resposta e a qualidade dos serviços; o texto ainda não divulgado não detalha valores nem todas as isenções.
[1] Correio Kianda[3] Correio KiandaO Sindicato dos Médicos Angolanos defende que o socorro de emergência continue gratuito e alerta para o risco de barreiras financeiras atrasarem pedidos de ajuda em casos de perigo iminente de vida.
[1] Correio Kianda



