Investimentos dos Emirados Árabes Unidos em Angola atingem 6 mil milhões de dólares no 1.º semestre de 2026

Imagem: Jornal de Angola
Resumo: Os Emirados Árabes Unidos dizem ter reforçado de forma acentuada a presença económica em Angola, num fórum empresarial em Luanda que também expôs preocupações sobre burocracia, clareza legal e facilitação dos negócios entre os dois países.
Pontos-chave
O embaixador dos Emirados Árabes Unidos em Angola, Salem Al Shamsi, afirmou que os investimentos do país árabe em Angola atingiram 6 mil milhões de dólares no primeiro semestre de 2026, durante o fórum empresarial Doing Business – Oportunidades & Desafios: Angola – Emirados Árabes Unidos, realizado na embaixada em Luanda.
[1] Jornal de AngolaSegundo o diplomata, esse valor é muito superior ao comércio bilateral estimado em cerca de 2,5 mil milhões de dólares em 2025, e foi impulsionado, na sua leitura, pela visita oficial do Presidente dos Emirados Árabes Unidos a Angola no ano passado.
[1] Jornal de Angola
As 10 principais notícias de Angola, no seu e-mail.
Receba uma seleção clara todas as manhãs, às 07h.
Selecionadas entre 22 fontes.
Medimos aberturas e cliques para melhorar os e-mails. Pode desactivar esta medição em cada e-mail. Privacidade
Um e-mail por dia. Cancele quando quiser.
O encontro juntou representantes do Ministério da Indústria e Comércio, da AIPEX e da AGT para esclarecer empresários sobre requisitos legais e logísticos, incentivos ao investimento privado e oportunidades ligadas à Zona Económica Especial Luanda-Bengo.
[1] Jornal de AngolaNum relato paralelo sobre o mesmo evento, a advogada Ana Godinho defendeu mais transparência legal, simplificação dos procedimentos administrativos e melhor esclarecimento das obrigações fiscais para facilitar o investimento entre Angola e os Emirados Árabes Unidos.
[2] Forbes África LusófonaA jurista disse que persistem dificuldades no acesso a informação prática sobre regras legais, fiscais e aduaneiras, e adiantou que a iniciativa prevê relatórios trimestrais para acompanhar os resultados das relações empresariais e a participação de empresas de ambos os países.
[2] Forbes África Lusófona



