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Resumo: Isabel dos Santos denuncia perseguição política em seu julgamento, alegando que o juiz negou pedidos de audição.
Em 25 de novembro de 2025, Isabel dos Santos afirmou que o juiz de garantias negou seu pedido de audição durante o processo judicial. Ela acredita que essa decisão visa ocultar a verdade e reforçar a narrativa de um julgamento político.
A empresária revelou que, entre Abril e Maio, fez solicitações formais ao juiz para prestar declarações, mas todas foram ignoradas. Isso a leva a crer que o processo não é jurídico, mas sim uma perseguição política.
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Isabel destacou que a gestão da Sonangol, onde foi presidente, está sendo usada como um instrumento de vingança pessoal por parte do atual governo, liderado por João Lourenço.
Ela também mencionou que um despacho do Tribunal Supremo excluiu acusações de associação criminosa, indicando que não havia provas concretas contra ela e outros arguidos.
A empresária reafirmou que a decisão do tribunal sobre a prescrição de alguns crimes é uma violação da lei e do direito, e que o processo é viciado desde o início.
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