JEA pede mais investimento para conservar espécies em extinção e travar conflito homem-animal em Luanda

Imagem: ANGOP
Resumo: A Juventude Ecológica Angolana defendeu reforço da fiscalização, investimento nas áreas de conservação e melhores cuidados aos animais, num apelo feito no Dia Mundial do Animal.
Pontos-chave
O presidente da Juventude Ecológica Angolana (JEA), José Silva, defendeu em Luanda o reforço do investimento na preservação de espécies em vias de extinção em Angola, apontando como prioridades a Palanca-Negra-Gigante, o rinoceronte, os elefantes-de-floresta e os hipopótamos. O apelo foi feito à ANGOP no quadro do Dia Mundial do Animal, assinalado a 4 de Outubro.
[1] ANGOP[2] ANGOPJosé Silva alertou para o agravamento do conflito homem-animal com o regresso de elefantes às rotas naturais, depois de as populações terem ocupado esses corredores com lavras e habitações. Defendeu a intervenção de especialistas para reduzir danos para comunidades e fauna, além de maior fiscalização e investimento nos parques nacionais e reservas naturais.
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O responsável da JEA reconheceu avanços na conservação nos parques nacionais da Iona e da Quiçama, mas alertou para a persistência da caça furtiva, do abate indiscriminado de árvores, dos incêndios florestais e da desflorestação noutras áreas, como Bicuar, Cameia, Luengue-Luiana, Mavinga e Maiombe. Também desencorajou a manutenção de animais selvagens em cativeiro doméstico e sugeriu campanhas urbanas de educação e cuidados animais.
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