João Lourenço e as Respostas ao Vandalismo

Resumo: João Lourenço defende que a reação do governo angolano foi proporcional aos atos de vandalismo ocorridos durante manifestações em Julho.
Pontos-chave
Em 9 de novembro de 2025, João Lourenço afirmou que a resposta do governo angolano foi adequada às ameaças durante as manifestações de Julho, que não foram meras manifestações.
O Presidente destacou que as manifestações pacíficas não justificam o uso de violência, mas a destruição de património público e privado exigiu uma reação firme do Estado.
Lourenço também mencionou a liberdade de expressão em Angola, ressaltando a pluralidade de meios de comunicação e a ausência de censura durante períodos eleitorais.
Ele reconheceu a gravidade dos eventos de Julho, que resultaram em mortes e destruição, e enfatizou a necessidade de proteger o património nacional.
O combate à corrupção, uma prioridade do seu governo, foi abordado, com Lourenço admitindo que a tarefa é mais difícil do que esperava, mas que sementes foram plantadas para um futuro melhor.


