João Lourenço visita exposição de obras sobre água e ambiente na Bienal de Luanda 2026

Imagem: Jornal de Angola
Resumo: O Presidente da República passou pela mostra de artes plásticas patente no Palácio de Convenções de Luanda, num programa da Bienal que juntou obras sobre conservação da água, meio ambiente e territórios e terminou com recomendações para reforçar a diplomacia da água em África.
Pontos-chave
João Lourenço visitou, esta quinta-feira, a exposição de artes plásticas integrada na 4.ª edição da Bienal de Luanda, no Palácio de Convenções de Luanda. A mostra reúne cerca de 40 obras e duas esculturas de dez artistas africanos, produzidas com materiais reciclados e itens recolhidos no Mussulo, e centra-se na conservação da água, do meio ambiente e dos territórios.
[1] Ver AngolaSegundo a organização, a residência artística contou com nove artistas de Angola e uma artista da República Democrática do Congo, tendo os trabalhos sido criados depois de uma semana de actividades práticas e mesas-redondas sobre os temas da Bienal. O curador Hermenegildo Kindala disse que a arte pode ajudar a sensibilizar a sociedade para a preservação da paz e para a prevenção de conflitos ligados à disputa por recursos naturais, sobretudo a água.
[1] Ver Angola
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A Bienal 2026 terminou com apelos para que a diplomacia da água passe a orientar a agenda de segurança e política externa, além da proposta de um comité tripartido de acompanhamento entre a União Africana, a UNESCO e o Governo de Angola. As recomendações incluem ainda reforço das infra-estruturas, do financiamento e da participação de mulheres, comunidades locais e jovens na governação hídrica.
[3] Jornal de Angola[4] Jornal de Angola[2] Ver Angola
Fontes
Bienal de Luanda: exposição com obras de artistas africanos sobre água e ambiente visitada por João Lourenço
UNESCO defende envolvimento dos jovens na governação dos recursos hídricos durante a Bienal de Luanda
Declaração de Luanda propõe formação de comité para acompanhar acesso à água
Bienal de Luanda encerra com compromisso de adoptar diplomacia da água como eixo da política externa



