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Resumo: João Lourenço exonerou Francisco Pereira Furtado e nomeou João Ernesto dos Santos “Liberdade” para Chefe da Casa Militar; mudança refere-se a conveniência de serviço e altera o núcleo de confiança presidencial.
Em 28 de abril de 2026, o Presidente João Lourenço assinou decretos que exoneraram Francisco Pereira Furtado do cargo de Ministro de Estado e Chefe da Casa Militar e nomearam João Ernesto dos Santos, conhecido por Liberdade, para essa posição, numa reorganização oficial justificada por “conveniência de serviço” e publicada nos órgãos de comunicação social angolanos.
João Ernesto dos Santos, militar de carreira e figura histórica do MPLA, transita da liderança da Defesa Nacional para a Casa Militar, assumindo responsabilidades diretas de assessoria e coordenação militar junto ao Comandante-em-Chefe; a mudança reforça a presença de uma confiança de longa data no aparelho presidencial e sinaliza ajuste estratégico nas estruturas de segurança.
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Francisco Pereira Furtado ocupava o cargo desde 2021 e foi exonerado nesta remanejamento, que também envolveu a exoneração anterior de Liberdade do Ministério da Defesa; decretos oficiais não detalham motivos, mas a invocação de conveniência de serviço é usada rotineiramente para explicar reorganizações internas sem mais pormenores públicos.
Analistas e observadores sublinham que a movimentação altera o equilíbrio de poder e confiança no núcleo presidencial, colocando um histórico das FAA numa posição sensível da Casa Militar, órgão responsável pelo apoio direto ao Presidente e pela coordenação de assuntos militares que tocam segurança e protocolo presidencial em decisões estratégicas.
As reportagens concordam na sequência e nos nomes: notícias de vários meios retrataram a exoneração de Furtado e a nomeação de Liberdade, destacando a continuidade da trajetória militar e política do novo chefe da Casa Militar e a natureza administrativa da troca, enquanto o Governo não divulgou justificações adicionais nem mudanças nas funções específicas.
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