Mini-autocarro embate em Luanda e fere crianças

Resumo: Mini-autocarro com mais de 30 crianças perdeu travões e embateu na sede do GPL em Luanda; três menores com ferimentos graves e dezenas assistidos pelo INEMA.
Pontos-chave
Em 27 de março de 2026, pelas primeiras horas da manhã, um mini-autocarro que transportava uma turma escolar sofreu a perda dos travões e colidiu contra a parede da sede do Governo Provincial de Luanda. Testemunhas relataram gritos e pânico a bordo, e a intervenção rápida das autoridades locais impediu danos ainda maiores à infraestrutura adjacente.
O Instituto Nacional de Emergências Médicas (INEMA) socorreu prontamente as vítimas: três crianças com ferimentos graves foram estabilizadas e encaminhadas para o Hospital Josina Machel, conhecido como Maria Pia. Cerca de trinta e cinco menores apresentaram ferimentos ligeiros ou choque emocional e receberam atendimento no local, com familiares sendo contactados pelas equipas de socorro para acompanhar os evacuados.
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Segundo relatos da direção do Centro Infantil Comunitário do Cazenga, as crianças seguiam para uma excursão ao Centro de Ciência de Luanda e o veículo teria sido alugado para esse fim naquela manhã. A origem da falha nos travões ainda está em investigação técnica, enquanto pais e membros da comunidade exigem esclarecimentos sobre manutenção e condições de transporte escolar.
O motorista saiu ileso do acidente e foi colocado sob custódia pela Polícia Nacional, que abriu inquérito para apurar responsabilidades administrativas e criminais. Autoridades do GPL e do MININF deslocaram-se ao local para coordenar a resposta e facilitar o acesso das equipas de emergência, ao mesmo tempo em que se iniciam os procedimentos formais de inspeção do veículo envolvido.
Famílias e representantes da escola acompanham a evolução dos feridos no Hospital Josina Machel, enquanto a comunidade debate medidas preventivas para transporte de menores. Observadores pedem reforço de fiscalização, melhores práticas de aluguer de viaturas e formação de condutores, salientando que a segurança nas excursões escolares deve ser prioridade absoluta para evitar tragédias evitáveis no futuro.


