Luanda soma mais de 3.660 mordeduras em 2026 e crianças dos 5 aos 15 anos são as mais afectadas

Imagem: Novo Jornal
Resumo: As autoridades de saúde de Luanda alertam para o aumento das mordeduras este ano e reforçam a procura urgente de tratamento pós-exposição, num contexto em que não há ruptura de stock de vacinas antirrábicas nem contra o tétano.
Pontos-chave
Em Luanda, já foram registadas mais de 3.660 mordeduras este ano, segundo Felismina Neto, coordenadora provincial do Programa Alargado de Vacinação. A responsável indica que as principais vítimas são crianças dos 5 aos 15 anos e defende que as pessoas mordidas devem procurar rapidamente uma unidade sanitária para receber tratamento adequado, numa altura em que o país diz não ter ruptura de stock de vacinas antirrábicas nem contra o tétano.
[1] Novo JornalA mesma fonte explica que os primeiros cuidados passam pela lavagem da ferida com bastante água e sabão, e que, se o animal for conhecido, deve ser iniciado o tratamento pós-exposição enquanto o animal fica sob observação até 10 dias. O relatório também recorda que a raiva é uma doença quase sempre fatal e que a OMS mantém a meta de eliminar as mortes humanas por raiva transmitida por cão até 2030. A outra peça consultada no conjunto é sobre o Carnaval de Luanda e não traz informação relacionada com este tema de saúde pública.
[1] Novo Jornal[2] Jornal de Angola
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