Lúcio Amaral destaca consolidação das FAA como exército republicano no 35.º aniversário e pede mais modernização, formação e vigilância das fronteiras

Imagem: ANGOP
Resumo: No Huambo, o ministro da Defesa Nacional, Antigos Combatentes e Veteranos da Pátria afirmou que as FAA se afirmaram como uma força republicana e robusta, defendendo mais investimento em modernização, formação e condições logísticas.
Pontos-chave
No acto central do 35.º aniversário das FAA, no Huambo, Lúcio Gonçalves Amaral disse que as Forças Armadas Angolanas se consolidaram como um exército republicano, robusto e estruturalmente forte, defendendo reforço da modernização, da formação técnico-científica e da vigilância das fronteiras.
[1] ANGOP[2] Jornal de AngolaOs dois textos referem que o governante vê a formação militar e o investimento em tecnologias de defesa como prioridades para preparar as FAA para os desafios actuais, incluindo a protecção das fronteiras terrestres, aéreas e marítimas e a resposta a ameaças transnacionais.
[1] ANGOP[2] Jornal de Angola
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As fontes também coincidem ao apontar a necessidade de melhorar as condições de aquartelamento, a assistência médica e medicamentosa, o apoio logístico e a capacidade operacional dos militares. O Jornal de Angola acrescenta ainda o apelo à prontidão para salvaguardar a paz e a integridade territorial.
[1] ANGOP[2] Jornal de AngolaANGOP e Jornal de Angola enquadram a intervenção no percurso histórico das FAA, criadas em 1991 no quadro dos Acordos de Bicesse, e destacam a cooperação internacional com organizações como a UA, a CPLP e a SADC como parte da missão da instituição.
[1] ANGOP[2] Jornal de Angola



