Manuel Bravo destaca cinema e cultura como ponte entre Angola e Peru no Ciclo de Cinema Africano

Imagem: Jornal de Angola
Resumo: O embaixador angolano Manuel Bravo afirmou que a cultura e o cinema podem aproximar Angola e o Peru, durante a abertura do Ciclo de Cinema Africano, marcada pela exibição de *Njinga, Rainha de Angola*.
Pontos-chave
O embaixador angolano acreditado no Brasil e no Peru, Manuel Bravo, destacou a cultura e o cinema como instrumentos de aproximação entre Angola e o Peru, durante a cerimónia de abertura do Ciclo de Cinema Africano, realizada no âmbito do Dia da Amizade Peruano-Africana.
[1] Jornal de Angola[2] Jornal de AngolaA sessão inaugural incluiu a exibição do filme angolano Njinga, Rainha de Angola, apresentado como um retrato de uma das figuras mais marcantes da história de Angola e do continente africano.
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Segundo as notas citadas pelo jornal, Manuel Bravo sublinhou o crescimento do cinema angolano, a sua importância para preservar a memória colectiva, valorizar a identidade nacional e divulgar a história do país, além dos avanços do sector audiovisual em qualidade artística e formação profissional.
[1] Jornal de Angola[2] Jornal de AngolaO diplomata acrescentou que a projeção do cinema africano ajuda os países do continente a contarem as suas próprias histórias e a mostrar a diversidade cultural, histórica e social de África; no caso de Njinga, Rainha de Angola, disse que a exibição no Peru aproxima o público latino-americano da memória histórica angolana.
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