Márcio Daniel defende diplomacia e 5 eixos para promover o turismo angolano com foco em identidade e competitividade

Imagem: ANGOP
Resumo: O ministro do Turismo defendeu, em Luanda, que a diplomacia deve ser usada como instrumento central para projectar Angola no mercado turístico internacional, articulando o sector, as missões diplomáticas e o privado.
Pontos-chave
Márcio Daniel afirmou, em Luanda, que a rede diplomática deve ter papel central na promoção de Angola como destino turístico, durante a aula magna “Promoção de Angola através da experiência turística”, integrada no Programa Diplomatas do Futuro.
[1] ANGOP[2] Jornal de AngolaSegundo o ministro, a diplomacia funciona como canal para comunicar Angola ao mundo, enquanto a experiência vivida pelo visitante é o que consolida a imagem do país; por isso, o turismo deve ser tratado como ferramenta de soft power e como responsabilidade nacional, não apenas do Ministério do Turismo.
[1] ANGOP[2] Jornal de Angola
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O governante também defendeu uma cooperação estruturada entre turismo, corpo diplomático e sector privado, proposta em cinco eixos: direcção estratégica, inteligência de mercado, activação internacional, conversão comercial e monitorização de resultados.
[2] Jornal de Angola[1] ANGOPNa visão do ministro, Angola deve apostar em produtos turísticos com identidade própria e evitar dispersar recursos por demasiadas ofertas ao mesmo tempo, num país com 326 municípios e potencial para diferenciar-se com uma proposta de valor mais focada.
[1] ANGOP[2] Jornal de AngolaA sessão enquadrou-se na Estratégia Nacional de Promoção Turística e destacou a marca “Visit Angola” como instrumento de unificação da comunicação internacional do país.
[1] ANGOP[2] Jornal de Angola



