Ministério da Educação admite atrasos na produção de 48 milhões de manuais escolares e quer abranger 6,9 milhões de crianças com alimentação escolar em 2026-2027

Imagem: Correio Kianda
Resumo: O Ministério da Educação reconheceu atrasos na distribuição de manuais escolares por falta de matéria-prima nas gráficas e reafirmou a meta de reforçar a alimentação escolar no novo ano lectivo.
Pontos-chave
O Ministério da Educação admitiu que dificuldades na compra de matéria-prima, grande parte adquirida fora do país, estão a atrasar a produção e a distribuição dos manuais escolares para 2026-2027. O Governo diz ter contratado 48 milhões de exemplares, dos quais 24,5 milhões já foram distribuídos, e mantém a previsão de concluir a entrega dos restantes até Novembro.
[1] Correio KiandaNa mesma conferência de imprensa, o secretário de Estado Pacheco Francisco disse que a distribuição dos livros passa pelo Ministério, pelos gabinetes provinciais e pelas administrações municipais, que devem garantir que o material chega às escolas. O responsável também defendeu a política de recolha e reutilização de manuais em bom estado para reduzir custos públicos.
[1] Correio Kianda
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Em paralelo, o Executivo quer alargar o Programa de Alimentação Escolar para 6.928.932 crianças no ano lectivo 2026-2027, acima da meta do ano anterior. Mas a execução passada ficou aquém do previsto: das 5.428.143 crianças esperadas, só 3.460.996 receberam alimentação escolar, e o Governo apontou falhas em 21 dos 326 municípios como uma das razões.
[2] Correio KiandaPacheco Francisco apelou ainda aos pais para acompanharem a qualidade dos alimentos fornecidos nas escolas e fiscalizarem, junto das administrações municipais, a aquisição e distribuição dos produtos. O Executivo sustenta que a alimentação escolar também deve apoiar a permanência dos alunos na escola e estimular a produção local e a agricultura familiar.
[2] Correio Kianda


