MINSA defende ensino da fármaco-vigilância para travar falsificação de medicamentos no Huambo

Imagem: ANGOP
Resumo: Autoridades da saúde defenderam, no Huambo, a integração da fármaco-vigilância no ensino e o reforço da fiscalização para combater medicamentos falsificados e elevar o nível do sistema nacional.
Pontos-chave
No encerramento do 4.º Encontro Nacional de Farmacovigilância, no Huambo, o inspector-geral da Saúde, Miguel dos Santos Oliveira, defendeu a inserção da fármaco-vigilância no currículo escolar e académico para prevenir a falsificação e contrafacção de medicamentos.
[1] ANGOP[2] Jornal de AngolaO responsável sublinhou que o tema deve começar a ser estudado no ensino geral, nas faculdades de Medicina e em institutos superiores da área da Saúde, associando esse conhecimento à segurança do paciente e à boa administração dos fármacos.
[1] ANGOP
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O Jornal de Angola refere que Angola quer subir para o nível 3 de maturidade na classificação da OMS, quando actualmente está no nível 2, objetivo apresentado pelo secretário de Estado para a Área Hospitalar, Leonardo Inocêncio, como meta para reforçar a segurança no uso de medicamentos e a protecção da população.
[2] Jornal de AngolaA ARMED e a OMS defenderam também maior vigilância nas fronteiras, mais competências técnicas e tecnológicas e melhor articulação entre reguladores, prestadores de cuidados e outros agentes do sector, para detectar, avaliar e prevenir riscos ligados a medicamentos e produtos de saúde.
[2] Jornal de Angola[1] ANGOP



