MINSA defende participação activa dos utentes na política de Saúde Mental no Dia Mundial, sob lema “Experiências vividas ouvidas”

Imagem: Jornal de Angola
Resumo: O Ministério da Saúde quer envolver pessoas com experiência vivida de problemas de Saúde Mental na definição das políticas e dos cuidados, numa aposta em respostas mais inclusivas, humanizadas e centradas nos direitos humanos.
Pontos-chave
O Ministério da Saúde defendeu a participação activa das pessoas com experiência vivida de problemas de Saúde Mental na definição de políticas públicas e na tomada de decisões sobre os cuidados, com o objectivo de melhorar a assistência e torná-la mais humanizada e inclusiva.
[1] Jornal de Angola[2] O PaísA posição foi divulgada no Dia Mundial da Saúde Mental, assinalado a 10 de Outubro, sob o lema “Experiências vividas ouvidas: vozes reais, mudanças reais”, com a Organização Mundial da Saúde a ser citada como referência para sistemas mais centrados na pessoa e assentes nos direitos humanos.
[1] Jornal de Angola[2] O País
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Em Angola, o Programa Nacional de Saúde Mental e Abuso de Substâncias está a integrar estes cuidados nos serviços de atenção primária, a reforçar equipas multidisciplinares e a promover campanhas de sensibilização; entre as metas está ainda a criação e o fortalecimento de associações de pessoas com experiência vivida.
[1] Jornal de Angola[2] O PaísO MINSA reafirmou o compromisso de reforçar os serviços, capacitar profissionais e combater o estigma, apelando ao envolvimento de instituições, famílias, sociedade civil e sector privado na promoção de uma sociedade mais informada e livre de preconceitos.
[1] Jornal de Angola[2] O País



