Morre Augusto Manuel “Docas”, líder dos Bravos do Maquis

Resumo: Augusto Manuel Quitadica, conhecido por Docas, faleceu aos 65 anos no Hospital Geral do Moxico. Figura central do FC Bravos do Maquis, deixa legado de quase duas décadas ao serviço do futebol regional.
Pontos-chave
Na noite de 5 de fevereiro de 2026, Augusto Manuel Quitadica, referido no meio desportivo como Docas, foi transportado de emergência para o Hospital Geral do Moxico após sentir-se mal; os profissionais de saúde tentaram reanimá‑lo, mas o dirigente acabou por falecer, deixando a comunidade desportiva local em choque e iniciando lamentos públicos de dirigentes, atletas e adeptos que reconheceram o seu contributo contínuo.
Docas tinha 65 anos e era natural do Cuanza Norte, embora radicado no Moxico, onde passou grande parte da sua carreira administrativa; ao longo de quase vinte anos à frente do FC Bravos do Maquis, consolidou a presença do clube no Girabola, promovendo estruturas e dando estabilidade directiva que permitiu o crescimento do futebol na região leste do país, marcado por resultados institucionais e formação local.
Fontes ligadas ao clube e reportagem dos órgãos noticiosos confirmaram que o óbito ocorreu por volta das horas tardias da noite; segundo comunicações e apurações, houve referência a problemas cardíacos e também a um AVC em diferentes relatos, refletindo ainda alguma divergência inicial nas primeiras notícias sobre as causas imediatas do falecimento, enquanto familiares e membros do clube preparavam pronunciamentos formais sobre as cerimónias fúnebres.
Ao longo da sua presidência, Docas destacou‑se por promover o desporto em comunidades remotas, criar oportunidades para jovens atletas e estabelecer laços que fortaleceram a identidade do clube; colegas e adversários frequentemente enalteceram a sua dedicação e habilidade em manter a equipa competitiva, bem como a sua influência na concretização de infraestruturas e na atração de patrocinadores locais que asseguraram continuidade ao projecto desportivo.
A morte de Augusto Manuel Quitadica provoca uma vaga de condolências no panorama futebolístico angolano e regional; a direcção do FC Bravos do Maquis e a família ainda não formalizaram detalhes sobre as cerimónias, mas espera‑se uma homenagem pública em homenagem ao dirigente que deixou um legado duradouro, com apelos à memória do seu trabalho e à manutenção dos princípios de estabilidade e promoção do futebol local que cultivou.


