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Resumo: Morte do deputado Monteiro Reinaldo Eliseu, eleito pelo Huambo pela UNITA, gerou notas oficiais de pesar e pedidos de esclarecimento. Partidas e exéquias foram divulgadas pelo partido e Assembleia.
Em 30 de março de 2026, a UNITA confirmou o falecimento do deputado Monteiro Reinaldo Eliseu, ocorrido no Huambo por doença, e emitiu comunicado de profundo pesar. A organização descreveu o parlamentar como dedicado e combativo na defesa dos interesses provinciais e nacionais, enaltecendo o seu trabalho nas comissões parlamentares e a relação próxima com cidadãos afetados por serviços públicos deficientes.
O Presidente da Assembleia Nacional, Adão de Almeida, também divulgou nota de condolências em que classificou a perda como uma perda irreparável para o parlamento e para o país. Na mensagem oficial, realçou o empenho do deputado no reforço do debate democrático e na representação das populações do Huambo, além do seu compromisso com o escrutínio da gestão de fundos públicos.
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A direcção do Grupo Parlamentar da UNITA anunciou a organização das exéquias, com abertura de livro de condolências, deslocações de delegações e cerimónias no Huambo, incluindo velório no Pavilhão Multiuso e sepultamento no cemitério de São Pedro. As datas e horários foram ajustados em coordenação com a família, seguindo protocolos institucionais e a participação de deputados, assessores e cidadãos que quiseram prestar homenagem pública.
Paralelamente, o porta-voz da UNITA levantou dúvidas sobre as circunstâncias da morte, mencionando sintomas e perda de massa muscular que suscitaram suspeitas de envenenamento e apelando por autópsia e esclarecimentos oficiais. O alerta remete a casos anteriores de dirigentes da oposição cujas mortes, segundo o partido, não foram devidamente esclarecidas, gerando pedidos públicos por investigação e transparência por parte do Estado.
Juristas e observadores pediram investigação rigorosa sobre o caso, reafirmando que o direito à vida e à verdade exige esclarecimentos formais. Enquanto a família e o partido organizam as cerimónias fúnebres, o debate político institui-se em torno da necessidade de apurar causas e garantir segurança de figuras públicas, com impacto imediato nas relações institucionais entre o parlamento, partidos e autoridades sanitárias.
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