
Resumo: Vitorino Hossi, juiz conselheiro do Tribunal Constitucional e antigo ministro do Comércio, morreu em Luanda aos 69 anos, gerando notas de pesar e preparativos fúnebres.
A morte de Vitorino Hossi, juiz conselheiro do Tribunal Constitucional, foi confirmada em Luanda e rapidamente repercutiu entre órgãos da Justiça e a imprensa. As notas divulgadas destacam o seu percurso público, a ligação ao constitucionalismo angolano e o papel desempenhado em diferentes fases da vida institucional do país.
O Tribunal Constitucional informou que foi criada uma comissão de coordenação e acompanhamento das exéquias, em articulação com a família, para preparar as cerimónias fúnebres. Também manifestou profundo pesar, sublinhando a dedicação do magistrado à Justiça e à causa constitucional, vista como parte relevante do legado deixado.
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Segundo as informações reunidas, o velório, a cerimónia de homenagem e a missa do corpo presente integram o programa oficial, culminando no cortejo até ao cemitério da Santa Ana, em Luanda. A comissão fúnebre apelou à presença do Corpo Diplomático, da sociedade civil e de entidades ligadas ao Estado.
Os perfis publicados recordam que Hossi era doutorando em Estratégia na Universidade de Lisboa e licenciado em Direito pela Universidade Católica de Lisboa. Em 2023, foi eleito para a Assembleia Nacional pela UNITA, depois de ter exercido funções governativas, com destaque para ministro do Comércio entre 1997 e 2004.
As reações institucionais, incluindo do Conselho Superior da Magistratura Judicial, reforçaram a imagem de um jurista descrito como independente, sereno e comprometido com os valores constitucionais. Para vários relatos, a sua passagem pelo Tribunal Constitucional consolidou um legado associado ao serviço público, à disciplina jurídica e à defesa do Estado de Direito.
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