Podemos usar o Meta Pixel para medir visitas e novas subscrições. A sua escolha não afecta a newsletter. Saiba mais.

Resumo: Um dos 17 feridos no incêndio da plataforma BBLT do Bloco 14 em Cabinda morreu em 24 de maio; quatro estavam em estado grave e um permanece desaparecido.
Na madrugada de terça-feira, 20 de maio de 2025, ocorreu uma explosão seguida de um incêndio na plataforma petrolífera BBLT (Benguela, Belize, Lobito Tomboco), no Bloco 14 em Cabinda. A estrutura é gerida pela Cabinda Gulf Oil Company, subsidiária da Chevron, em parceria com Sonangol, TotalEnergies e Azule Energy.
Segundo a Agência Nacional de Petróleo, Gás e Biocombustíveis e a Chevron, 17 trabalhadores ficaram feridos no incidente, dos quais quatro apresentaram ferimentos graves. As operações de resgate incluíram buscas contínuas por um funcionário ainda desaparecido.
Receba uma seleção clara todas as manhãs, às 07h.
Selecionadas entre 22 fontes.
Um e-mail por dia. Cancele quando quiser.
No sábado, 24 de maio, foi confirmado o falecimento de um dos trabalhadores inicialmente feridos. A nota de pesar foi emitida pela ANPG, pela Chevron e pelo Ministério dos Recursos Minerais, Petróleo e Gás de Angola, que expressaram solidariedade à família.
Alguns dos sobreviventes continuam internados no Hospital Geral de Cabinda, e está prevista a evacuação de casos críticos para a África do Sul, a fim de receber cuidados médicos especializados. A busca pelo funcionário desaparecido prossegue.
O Bloco 14, em produção desde 1999, ocupa mais de 4 000 km² na costa de Cabinda. Além da Cabinda Gulf Oil Company, participam Sonangol P&P, TotalEnergies EP, Azule Energy e Eni Angola no desenvolvimento do campo.
Ainda não há comentários.