MPLA questiona critérios do “Fundo Soberano Jovem” da UNITA, pensado para angolanos dos 18 aos 35 anos

Imagem: Novo Jornal
Resumo: O MPLA e um economista levantam reservas sobre a proposta da UNITA de criar um fundo financiado por receitas do petróleo e minerais para apoiar jovens entre 18 e 35 anos, defendendo mais transparência, fiscalização e sustentabilidade.
Pontos-chave
O MPLA reagiu com cautela à proposta da UNITA de criar um “Fundo Soberano Jovem”, defendendo que políticas públicas para os jovens devem ser sustentáveis e acompanhadas de estudos e financiamento, com foco em educação, formação profissional, emprego, habitação, crédito e empreendedorismo.
[1] Novo JornalSegundo a proposta de Adalberto Costa Júnior, o fundo faria a canalização de uma percentagem fixa das receitas do petróleo e de minerais estratégicos para jovens angolanos dos 18 aos 35 anos, com contas digitais acessíveis por telemóvel e aplicação obrigatória dos recursos em educação, formação, habitação, saúde e empreendedorismo.
[1] Novo Jornal
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A iniciativa prevê ainda uma gestão por uma entidade independente com participação da sociedade civil, universidades, igrejas, sindicatos e representantes da juventude, sob contas públicas e auditorias internacionais, mas a viabilidade do modelo foi questionada por vozes ouvidas no debate.
[1] Novo Jornal[2] Correio KiandaÀ Rádio Correio da Kianda, o economista José Macuva alertou para riscos de captura do Estado se recursos públicos de grande dimensão forem geridos sem mecanismos rigorosos de controlo e transparência; já o jurista Carlos Cabaça defendeu responsabilização efectiva de infractores e boa governação no combate à corrupção.
[2] Correio Kianda



