Ndayishimiye, CUA e El-Sisi pedem mais produção, indústria e coordenação para acelerar integração africana na reunião da UA no Egipto

Imagem: Jornal de Angola
Resumo: Na 8.ª Reunião de Coordenação Semestral entre a União Africana e as comunidades económicas regionais, em New Alamein, os dirigentes africanos defenderam projectos concretos, mais investimento e capacidade produtiva para tirar a integração continental do papel.
Pontos-chave
O Presidente em exercício da União Africana, Évariste Ndayishimiye, apelou ao reforço da capacidade produtiva e industrial de África, argumentando que a Zona de Comércio Livre Continental Africana, sozinha, não basta para cumprir as metas da Agenda 2063. Defendeu mais investimentos, melhores infra-estruturas e transferência de tecnologia, além de uma aposta na produção e valorização dos recursos próprios do continente.
[1] Jornal de AngolaO presidente da Comissão da União Africana, Mahmoud Ali Youssouf, disse que a segunda década da Agenda 2063 exige passagem da aspiração à execução efectiva, com mobilização de recursos financeiros próprios e divisão clara de responsabilidades entre a UA, as organizações regionais e os mecanismos de integração, para evitar duplicações e produzir resultados concretos.
[2] Jornal de Angola
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O Presidente egípcio, Abdel Fattah El-Sisi, também defendeu uma coordenação mais forte entre a UA e as estruturas regionais, sublinhando que África deve investir em cadeias de valor integradas, inovação, transferência de tecnologia e criação de empregos, além de resolver litígios por via do diálogo e do respeito pelo Direito Internacional.
[3] Jornal de Angola



