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Resumo: As negociações de paz entre Rússia e Ucrânia enfrentam desafios, com propostas controversas e reações intensas dos líderes europeus.
Em 24 de novembro de 2025, as discussões sobre o plano de paz entre a Rússia e a Ucrânia continuam a gerar controvérsia. O presidente do Conselho Europeu, António Costa, destacou a importância de uma posição unida da UE para garantir um resultado positivo nas negociações.
O plano de 28 pontos proposto por Donald Trump inclui exigências que preocupam Kiev, como a cedência de território e a redução do exército. Zelensky, por sua vez, enfrenta pressão tanto dos EUA quanto da Rússia para aceitar as condições.
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A Rússia rejeitou as modificações sugeridas pelos países europeus, considerando-as não construtivas. O conselheiro presidencial russo, Yuri Ushakov, afirmou que o Kremlin só conhece a versão inicial do plano de Trump.
Enquanto isso, líderes europeus expressam sua insatisfação com o plano, afirmando que ele foi elaborado sem a participação da Ucrânia e seus aliados. A chefe da diplomacia europeia, Kaja Kallas, enfatizou que isso é inaceitável.
As negociações em Genebra resultaram em um novo quadro de paz, mas a situação permanece tensa, com a Ucrânia perdendo território rapidamente. A pressão para um acordo continua, mas as divergências entre as partes são significativas.
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