Netanyahu promete continuar ofensiva contra o Hamas no 3.º aniversário dos ataques de 7 de Outubro, enquanto diplomata israelita em Angola rejeita “slogans” sobre o conflito

Imagem: ANGOP
Resumo: Israel assinalou o terceiro aniversário dos ataques de 7 de Outubro de 2023 com declarações de dureza do primeiro-ministro Benjamin Netanyahu e com a posição da embaixada israelita em Angola sobre o conflito e a solução de dois Estados.
Pontos-chave
Benjamin Netanyahu afirmou que Israel vai continuar a “acertar contas” com o Hamas, numa mensagem divulgada no dia em que o país assinala o terceiro aniversário dos ataques de 7 de Outubro de 2023 no sul de Israel. O primeiro-ministro disse também ter acendido uma vela memorial em Jerusalém, em homenagem às vítimas.
[1] ANGOPSegundo a ANGOP, a guerra em Gaza continua a fazer vítimas: três palestinianos terão morrido hoje em ataques aéreos israelitas, enquanto o exército israelita declarou ter “neutralizado” dois “terroristas”, entre os quais um alegado militante do Hamas e outro apresentado como funcionário da Defesa Civil.
[1] ANGOP
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O balanço recordado pelas duas fontes mantém-se elevado: os ataques de 7 de Outubro de 2023 mataram cerca de 1.200 pessoas em Israel e fizeram 251 reféns, enquanto a ofensiva israelita em Gaza já provocou dezenas de milhares de mortos palestinianos e uma grave destruição, segundo números citados pela cobertura internacional e reproduzidos pela O País.
[1] ANGOP[2] O PaísEm Luanda, o embaixador israelita Leo Vinovezky defendeu que o debate sobre o conflito deve basear-se em factos e não em “slogans”, condicionando a criação de um Estado palestiniano a garantias de segurança para Israel e ao reconhecimento do Estado israelita por uma liderança palestiniana que renuncie à violência.
[2] O PaísA intervenção do diplomata surge quando, segundo O País, Israel se prepara para eleições legislativas e enfrenta pressão interna sobre a condução da guerra e a questão dos reféns. O jornal refere ainda que Vinovezky rejeitou apresentar um calendário para a criação do Estado palestiniano, apontando como referência os acordos de paz com o Egipto, a Jordânia e os Acordos de Abraão.
[2] O País



