ONU alerta que mais 11,7 milhões de mulheres e raparigas podem entrar em insegurança alimentar até ao fim de 2026

Imagem: Jornal de Angola
Resumo: Relatório da ONU Mulheres aponta que a subida dos preços dos alimentos, agravada por conflitos e pelo bloqueio do estreito de Ormuz, vai atingir de forma desproporcional mulheres e raparigas em vários países.
Pontos-chave
A ONU alertou que a subida dos preços dos alimentos, impulsionada pelo conflito no Médio Oriente e pelo bloqueio do estreito de Ormuz, pode empurrar mais 11,7 milhões de mulheres e raparigas para a insegurança alimentar até ao fim deste ano.
[2] Jornal de Angola[1] ANGOPO aviso consta de um relatório da ONU Mulheres apresentado por Nyaradzayi Gumbonzvanda, que estima ainda que a crise se somará aos cerca de 208 milhões de mulheres e raparigas já em insegurança alimentar ou subnutrição nos 28 países analisados.
[2] Jornal de Angola[1] ANGOP
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Entre os países mais vulneráveis estão Sudão, Haiti, Iémen e Palestina, enquanto o Sudão do Sul surge com a maior proporção de mulheres afectadas. A ONU Mulheres também sublinha que, em contextos de escassez, as mulheres tendem a comer menos e por último, além de enfrentarem mais obstáculos no emprego e no acesso a serviços financeiros.
[2] Jornal de Angola[1] ANGOP



